domingo, 6 de setembro de 2015

15º Capítulo - "Vem viver comigo"

Olá! Passado imenso tempo voltei, desculpem desculpem. Espero que gostem e que comentem se ainda se interessarem. Beijinhos.


(Maria)

O despertador tocou e eram sete e meia da manhã, é difícil sair de onde nos sentimos bem e eu sinto-me tão bem nos braços do Kun, nesta casa, neste país,..!

- Bom dia cariño. - Disse enchendo-o de beijos. Ele mal se mexeu. - Kun, acorda, temos um avião para apanhar.
- Não me lembres disso que por muito que goste do que faço, não me apetece sair daqui. Os teus braços são o meu refúgio princesa. - Puxou-me para cima dele.
- Nem penses menino Sérgio, arrumar as malas e tomar banho. - Disse eu já a dar luta para sair dos braços dele e ir a correr para a banheira.
- Vou contigo. - Ouvi já mais de longe.

(Kun)

Despedimo-nos e embarcámos, esperavam-nos umas boas horas de voo até casa. Tanto a Maria como a Melissa acabaram por adormecer, e acabei por cair no sono também. Acordámos já prontos a aterrar. 

- Como fazemos agora? - Perguntou a princesa.
- Vai com a Melissa que eu vou correr com o léo, ele bem precisa. Ligo-te depois, sim princesa? - Dei-lhe um beijo.

(Maria)

- Bem e nós Mel? - Perguntei dando um abraço à minha irmã.
- Vamos para casa que eu tenho de arrumar as minhas coisas e tu fazer as tuas.
- Fazer? Tou de férias mas não vou sair daqui Mel.
- Ai isso é que vais. Mais logo vêm-te buscar, portanto põem-te lá bonita.
- Odeio mesmo quando fazes coisas nas minhas costas e é tão óbvio que tu e o Kun tiveram a combinar tudo.
- Quem sabe. - Disse ela em tom de gozo.

Passei o resto da tarde a arrumar as malas como pediu a Mel, vinha aí surpresa. Estava deitada no sofá quando tocaram à campainha. 

- Olá Prin.. - Não o deixei acabar e atirei-me para os braços dele, já morria de saudades com poucas horas sem o ver.
- Isto eram tudo saudades pequeña?
- Claro. - Pegou-me nas malas e começou a descer as escadas gritando um 'adeus Mel'.
- Adeus Mana, depois ligo-te.

(Kun)

Tinha tudo preparado, queria que ela vivesse comigo e falei primeiro com a Mel, obviamente, apesar de sentir que conheço bem a Maria, sei que a Melissa a conhece muito melhor e ouvir um não da Maria não estava de todo nos meus planos.

Parei á porta de casa e puxei-a para mim.

- Já não consigo não te ter por perto a todas as horas do dia.
- Nem eu, nem imaginas as saudades que eu já sentia.
- Fica cá.
- Eu fico Kun, trouxe a mala. - Riu-se.
- Para sempre. - Corei.
- O quê?
- Vem viver comigo.
- Mas,.. - Beijei-a, só queria um sim.
- Por favor Maria.
- Tu tens os treinos, eu as aulas, achas que conciliamos bem as coisas?
- Tenho a certeza, e quando puder vou sempre buscar-te á faculdade, será um prazer.
- Esquece, não quero isso, já vai ser difícil quando voltar, não preciso de jornalistas á porta.
- Amo-te. - Sussurrei.
- E eu amo-te a ti.

(Maria)

Entrámos em casa e fui em direcção ao quarto do Kun arrumar as minhas coisas.

- Já deves ter percebido que é assim um sim gigante, certo? - Ele só olhava para mim com aquele sorriso que me derrete sempre. - Não olhes assim para mim Kun.
- Assim como? apaixonado? não posso fazer nada!
- Só tu! Anda cá.

Comecei por lhe ir dando beijos ao de leve na bochecha, no pescoço, e todo ele se arrepiava. Sentei-me por cima dele e olhava para aqueles olhos enormes e brilhantes. Aquela troca de olhares cheios de desejo eram simplesmente arrebatadoras para o meu coração. Ele acabou por me tirar a camisa à pressa, a vontade de nos amarmos era tão intensa que o facto de ser tudo meio desajeitado tinha a sua piada. Eu tinha tantas saudades dele.

(Kun)

Sentir os lábios dela na minha pele arrepiava-me todo, aquela pele tão macia a roçar na minha deixava-me completamente em êxtase. Sentou-se por cima de mim e olhava-me com aqueles olhos cheios de desejo. Tirei-lhe a camisa à pressa, a vontade era tanta, só queria sentir-me dentro dela. Viver estes momentos com a única mulher que considero perfeita é simplesmente mágico. Eu tinha tantas saudades dela.


Acordei mais cedo que a Maria, era dia de treino. Dei-lhe um beijo, e fui despachar-me. Deixei um bilhete na bancada para quando ela acordasse.


(Maria)

Acordei com o léo a encher-me de beijinhos, queria ir à rua de certeza. Percebi que o Kun já não estava em casa, desci, e encontrei um papel na bancada. 

"Buenos dias mi reina, espero que tenhas dormido bem na nossa cama. quando chegar quero que estejas preparada, vamos passear por aí, amo-te boneca"

Recebi uma foto do Kun depois de lhe mandar uma mensagem a dizer que o amo.


"Vou treinar meu amor, amo-te"


Como já estava despachada e tinha pensado exactamente em correr com o léo, resolvi retribuir.



"Achas que és o único a ser o perfeito cá de casa? Amo-te, até logo meu amor"

***

(Kun)

Cheguei a casa e não vi a Maria, procurei por todo o lado, mas nada. Comecei a ficar preocupado porque sabia que ela tinha ido correr,e o léo? o léo também não estava em lado nenhum. Liguei-lhe várias vezes e nada. Quando ia a sair de casa para falar com a Melissa entra a Maria e a única coisa que fiz por abraçá-la e deixar o meu coração acalmar. 

- Por onde é que andas-te? Tentei ligar.
- Calma, eu percebi que já cá devias estar e vim o mais rápido que pude. Fiquei sem bateria no telemóvel e encontrei o teu pai pelo caminho, falámos um pouco e quando reparei já era tarde e vim a correr.
- O meu pai? Falaram sobre quê?
- Calma principe, ele só queria saber de ti, eu disse o essencial, que estavas bem. - Disse ela bebendo um copo de água.
- Obrigado princesa. Ainda não consigo aceitar isto totalmente.
- Eu sei amor. - Abraçou-me

(Maria)

Queria um momento nosso, não me apetecia muito sair e enquanto o Kun fazia o almoço abracei-o pelas costas e falei ao ouvido.

- Mi amor, não me apetece sair, estou cansada,.. - Disse, dando-lhe pequenos beijos nas costas.
- Se preferires podemos ficar por aqui reina.
- Prefiro sim.

Sentou-me na bancada da cozinha e enquanto ia fazendo as coisas ia-me dando a provar, e estava tudo realmente delicioso.

- Que cozinheiro me saíste tu Agu!
- Tudo para ti. Queres ver um filme?
- Programa perfeito. 

***

- Preciso que vás passear o léo amor. - Gritei da cozinha. Estava a preparar uma surpresa ao Kun e precisava que ele saísse uns momentinhos.
- Não queres vir comigo? - Perguntou ele fazendo beicinho.
- Não principe, vai lá, por favor.

Ele saiu e eu preparei tudo, velas, pétalas, e um prato cheio de crepes, chocolate derretido e morangos. Tudo isto á beira da piscina, tinha tudo para ser uma noite perfeita.

sexta-feira, 6 de março de 2015

14º Capítulo - "De um lado tem Kun, do outro tem Maria"

Olá, aqui têm mais um capítulo, espero os vossos comentários, beijinhos.


(Maria)

- O que é que mudou? - Perguntei surpreendida com o que via.
- Muita coisa filha - Disse o meu pai fazendo-me sinal para sentar perto dele - o pai do Sergio veio falar connosco - suspirou, e eu olhei para o Kun, ele estava tão surpreendido quanto eu - esclarecemos tudo e agora só me resta pedir-vos desculpa aos dois, e ainda bem que não desistiram um do outro, iria ser já o primeiro a dizer para ires a correr para os braços dele Maria! - Não parecia o mesmo Homem que encontrei cá em casa da outra vez. Sorri ao ouvir aquelas palavras e olhei para o Kun, ele sorria-me. Completamente apaixonada, estava eu sem dúvida.
- Obrigada Pai, a sério, eu queria mesmo que aceitasses o Sergio, era tão importante para mim que o fizesses - abracei-o.

(Kun)

Fiquei demasiado surpreendido com a atitude do pai da Maria que a única coisa que consegui fazer, foi sorrir.

- Não sei como lhe agradecer Senhor Agustin, é tão importante para nós ter o seu apoio.
- Não têm de agradecer, e tu Sergio, podes e deves passar o Natal cá em casa!
- Não queres mesmo ir falar com a tua mãe Kun? - Perguntou a minha princesa.
- Não consigo, e acho melhor ela não saber que aqui estou, vou ver se evito os sítios onde ela costuma ir.
- Isso não é dificil, quase nunca saímos nesta época. - Disse a Melissa.
- Isso é perfeito. - Concluí.

(Maria)

- Então e começar a fazer os doces, não? - Perguntou a minha mãe.
- Já? Não queres deixar para amanha de manhã? Estamos mesmo cansados da viagem mamá. - Disse a Mel.
- Vá, então, jantar e cama meus amores. - Disse a minha mãe carinhosamente.

Comemos entre muita conversa sobre o natal, a minha mãe acabou por dizer (depois de muita insistência da minha parte, e da Mel!) que já haviam imensas prendas em casa, mas que só queria fazer a árvore amanhã de manhã para todos a fazermos. A Mel insistiu imenso para dormir com o léo no quarto, e apesar de o Kun o permitir, o léo acabou por subir connosco em direcção ao meu quarto, enroscando-se na poltrona que lá tinha.

- Estás a sentir-te bem aqui em casa Agu?
- Claro meu amor, estão a ser todos muito bons para mim, só tenho de te agradecer princesa. - Beijou-me, apaixonadamente.

(Kun)

- Te quiero, tanto mi amor. - Disse abraçando-a.
- Te quiero más. - Deitou-se sobre o meu peito, e enquanto lhe fazia festinhas senti a sua respiração ficar cada vez mais pesada. Olhei-a a dormir, como ela é linda!

Não tens noção do quanto mudas-te a minha vida pequeña, és o meu anjo da guarda, conseguiste com que o meu sorriso voltasse, a minha força renascesse, se todos os dias sou melhor como pessoa, como Homem, só o devo a ti. Nunca ninguém confiou tanto em mim, nunca ninguém lutou assim por mim. Fizeste com que perdoasse o meu pai, sim porque já o perdoei, apesar de já o saberes, e fi-lo por ti, porque confiaste nele, tu dás-me essa garra de lutar por nós, pela minha vida, todo eu tremo só de te ver, o meu coração dispara e bate como nunca antes o tinha sentido, e sei que só por ti baterá assim, quero-te e amo-te tanto reina.

Acabei por adormecer com um sorriso enorme.

(Maria)

- léo, espera, estou a vestir-me não estou?! Tem calma por amor de deus.

Vi o Kun mexer-se, não o queria acordar, estava tão lindo a dormir.

- Não vamos acordar o dono ouviste léo? Vá, vai lá buscar a tua trela, vai. - Disse-lhe, e ele foi mesmo, adorava este cão.

Pus a trela no léo, dei um beijo leve nos lábios carnudos do Kun, e disse-lhe um amo-te antes de sair.

- Que cheirinho Mamá - Disse assim que cheguei do passeio, já cheirava a doces de natal, típicas manhãs de dia 24 na família Navarro Pérez.

- Bom dia meu amor, dormiste bem? E o Sergio?

- Dormimos muito bem, sim! Ele ainda não desceu?


- Não princesa, mas vai acordá-lo para comermos todos juntos.


(Kun)

Comecei a sentir leves beijos nos meus lábios, não havia melhor maneira de acordar.

- Bom dia mi amor. - Disse espreguiçando-me.
- Bom dia ó dorminhoco, achas bem ainda estares a dormir? - Disse ela sentando-se no meu colo, dando-me pequenos beijos e mordidelas pelo pescoço.
- Princesa, não me provoques. - Disse chegando-a mais a mim.
- Gostas pouco gostas bebé.
- Anda cá. - Peguei nela ao colo e deitei-me sobre ela.
- Kun, não podemos, estão á nossa espera para comer.
- Ai o que eu te fazia reina, mas vá, vamos. - Quando me ia levantar ela puxa a minha camisola.
- Só um beijo Agu. - E dei-lhe o beijo mais doce que alguma vez demos.

(Maria)

Tomámos o pequeno-almoço na maior alegria possível, o natal contagiava esta casa.

- Vamos fazer a árvore? - Perguntou a minha mãe.
- Vamos. - Disse pegando na mão do Kun e da Mel.

(Kun)

A árvore era enorme, e foi óptimo fazê-la, sentia-me em casa, a minha Maria tinha sem dúvida as melhores pessoas com ela. Decidi tirar uma foto e partilhá-la no instagram.


"O natal já chegou aqui a casa, Feliz Navidad"

- Amo que sintas que estás em casa Kun. - Senti rodearem-me o peito.
- E eu amo-te a ti. Obrigada reina, por tudo.
- Cala-te e beija-me. - Mordiscou-me o lábio inferior.

Dei-lhe um beijo calmo, mas carregado de desejo, tinha tantas saudades dela. A Melissa acabou por nos chamar para ajudarmos nos doces e a Maria parecia uma autêntica criança a sujar-me todo, acabámos todos (o léo inclusive, que aproveitava para roubar biscoitos) cheios de açúcar e farinha por todo o lado.

- E que tal irmos tomar um banho para depois almoçarmos? - Sugeriu o Senhor Agustin.
- Sim vamos. - Disse a Maria agarrando-me na mão.
- Juízinho! - Mandou a Melissa "para o ar".

(Maria)

Mandei um sorriso á minha irmã.

- Tenho tantas saudades tuas princesa.
- E eu tuas, acredita que sim Kun, mas temos mesmo de nos despachar. O bebé não pode ficar aqui mais tempo sozinho.
- Só uns beijinhos pequenã. - Começou a tirar-me a camisola e a dar-me beijos no pescoço.
- No banho Kun. - Rendi-me, acabando também por lhe tirar o resto da roupa que lhe sobrava no corpo.

Acabámos por nos amar ali mesmo, tantas carícias, tanto desejo, tanto amor, era isso mesmo, puro amor.

- Sergio Leonel Aguero, tu és o homem da minha vida.
- E o resto do nome princesa?
- A sério Kun? Estragaste o meu momento fofo, mas não te preocupes que sei que és Del Castillo.
- Tu amas-me Maria Navarro Pérez.

Beijei-o e ele já se estava a entusiasmar demais, quando oiço a Mel chamar.

- Kun, pára! Vamos já Mel.



Já estávamos na cozinha a preparar os doces para pôr na mesa, a minha mãe tinha feito peru, imenso peru, era incrível como aquela mesa estava cheia. Fui á cozinha buscar os doces e o Kun pediu um sorriso. 


"Melhor Natal passado com a princesa, está quase na hora dos presentes, te quiero mi amor"

(Kun)

Estava na hora das prendas e por insistência de todos naquela casa fui o primeiro a dar os meus.

- Mãe e Pai, o Kun não vai dar o vosso porque temos um para vocês de nós os três e só damos no fim. - Avisou a Maria.
- O que é que vocês aprontaram desta vez.. - Disseram eles.
- Bem, Mel, espero que gostes, é óbvio que tive ajuda da Maria, mas pronto.
- Assim dou também já o meu Mel.
- Sim, e nós o nosso. - Acabaram por dizer.




(Maria)

- ADOREI! - Berrou a Mel.
- Ai Mel, calma.
- Esta camisola, foste tu não foste Maria? Tu já sabias, tinha falado tanto dela, ai obrigada, e Kun, amo o colar, obrigada, e vans, este natal vai ser sapatos maninha. - Disse ela piscando o olho à minha mãe ao que ela riu.
- Agora para ti Maria. - disse a Mel - sei que o Kun quer ficar para o fim portanto é para vocês os dois.

Assim que abri, fiquei boquiaberta, não estava de todo á espera destas coisas da parte da Mel, e o Kun, bem o Kun quis logo tirar foto, mas desta vez fui eu quem pôs nas redes sociais.


"Obrigada mana, e a ti Kun, por teres tanto significado na minha vida, pois só contigo isto faria sentido amo-te"

- Esta é a nossa filha. E esta é para ti Sergio. - Disse a minha mãe.




- Muito muito obrigado. - O Kun estava completamente estupefacto e eu também, era lindo o relógio e ele não estava de todo á espera.
- Eu não disse que este natal era sapatos mana? - Riu a Mel, o que me levou a rir também.
- Adoro, obrigada aos dois. - Dei-lhes um abraço.
- Agora as vossas, vá. - Disse a Mel toda empolgada.

(Kun)

- Queres dar primeiro princesa?
- Se quiseres amor.
- Então eu dou primeiro que estou ansioso.
- Não acredito Kun, isto é ouro!! E é tudo tão lindo. Posso mostrar aos teus fãs o perfeito que és? - Corou ela. Sorri e acenei que sim com a cabeça.


"Sem dúvida das melhores prendas, és perfeito e eu, amo-te, tanto mas tanto. Isto são apenas detalhes porque bastava-me o teu amor, obrigada mi amor"

Foi a vez da Maria me dar a prenda e quando vi aquelas belezas nas minhas mãos só me consegui agarrar a ela. 

- Obrigado reina, obrigado mi amor. - Foi a minha vez de partilhar com todos.
- De um lado tem Kun, do outro tem Maria. - Disse ela envergonhada, o que me fez o coração cheio.


"Para quem diz que a perfeição não existe, a minha namorada é bem real, amo-te imenso reina"

(Maria)

- Oh meu deus, que coisa boa - Gritou a minha mãe.
- Esta é a nossa prenda para vocês. - Oferecemos um pequeno yorkshire aos meus pais, e o léo, que estava a dormir pacificamente começou a brincar com o bebé, que esteve no meu quarto escondido.


Enquanto os meus pais não largavam o benji (sim, assim que pegaram nele ao colo, a minha mãe disse, vais ser benji) nós fomos despedir-nos, o dia seguinte era o de fazer as malas e voltar para Inglaterra, porque apesar de eu estar de férias o Kun tinha treinos e a Mel, muito trabalho.

(Kun)

- Hoje está a ser o dia de eu ser lamechas mas, fogo Maria, tu és mesmo doida em ter comprado aquelas chuteiras, deve ter sido super caro, personalizadas ainda por cima.. - E beijou-me, daqueles beijos carregados de amor e de carinho. Queria-a como minha para sempre, não tinha dúvidas disso.