segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Feliz Natal às minhas leitoras lindas $:

Olá meu amores, então não é mais um capítulo, mas esse vem depois, tive muito que fazer com os presentes, os embrulhos e tudo mais, sim porque alguns são comprados mas o resto é tudo feito pela minha pessoa, o que me rouba tempo para escrever! Quero agradecer tudo o que fizeram por mim que é ler e gostarem da minha escrita, apesar de não ser das melhores, vocês sempre me apoiaram e sei que o continuarão a fazer porque me são fiéis, porque sei que não vão desistir, vocês são maravilhosas e quero que tenham um Natal especial, quero que recebam o que mais querem e a cima de tudo que sejam as pessoas mais felizes do mundo e no dia 31 quando soarem as 12 badaladas, sorriam, sorriam porque é a melhor maneira de enfrentar o novo ano que se aproxima, não pensem nos problemas, pensem apenas como podem ser felizes!

São imensamente importantes para mim,


Besitos, gosto muito de vocês <3

domingo, 8 de dezembro de 2013

5º Capítulo - "Estamos nisto juntos princesa"

Ouvi a porta abrir-se de novo desta vez era a minha mãe.

- Que gritaria foi esta Maria?
- O pai, simplesmente viu-o e passou-se completamente mãe.
- Ele é o tal rapaz filha? – Perguntou ela com cara de preocupação.
- Sim é mãe, mas agora estás tu com essa cara?! Alguém me explica o que se passa? – Perguntei realmente confusa.
- Tu não tens culpa nenhuma querido, o pai da Maria agiu a quente, eu falo com ele – falou para ele - e Maria, o teu pai reagiu assim porque já teve muitos problemas com o pai do Sergio.
- Sim, eu percebo e se soubesse que ela era sua filha nem tinha vindo cá, peço muitas desculpas.- Nunca tinha visto a cara do Agüero tão séria.
- Volto a dizer, não tens culpa de nada, há gente má em toda a parte, tiveste azar em ser o teu pai. – Gente má?! Ok eu tinha de ter explicações.
- Alô,..eu estou aqui e adorava saber o que se passa, alguém faz o favor?!
- Maria eu explico-te tudo no avião, temos de nos despachar senão ainda o perdemos.
- Mas contas mesmo tudo Kun, por favor.
- Sim, conto princesa. – Aproximou-se de mim e beijou-me ao de leve nos lábios.


Despedi-me da minha mãe e nem me dignei a falar com o meu pai, sei que ele é muito emocional, bem mais que a minha mãe, e já percebi que o que quer que tenha acontecido não foi culpa do meu Agüero, portanto ele reagiu mal, muito mal mesmo com o meu namorado sem razão, tão cedo não falaria com ele.

- Deixa-me ver se percebi, o teu pai quis roubar tudo ao meu pai?! O restaurante, a casa, o dinheiro?! Como é que isso é possível? E já agora porquê?
- Tens todo o direito de fazer todas essas perguntas, eu era pequeno, daí a tua mãe dizer que não tenho culpa de nada, mas ele acho que sempre quis tudo o que eu teu pai tinha, e ter o nível de vida que o teu pai tem, nunca o conseguiu e com esquemas e mais esquemas sempre tentou de tudo, mas felizmente nunca conseguiu e fugiu, abandonou toda a gente, aliás, até hoje não faço ideia onde está ele e não fazia ideia que os teus pais tinham uma filha e logo tu.
- Logo eu?! Estás a querer dizer o quê exactamente? – Disse exaltada.
- Maria acalma-te por favor, eu não estou a querer dizer nada, simplesmente amo-te e quero ficar contigo até te fartares de mim, mas custa a tua família,… quer dizer, o teu pai não me aceitar pelo monstro em que o meu pai se tornou.
- Mas eu quero-te a ti, não ao teu pai, eu namoro contigo não com o teu pai, portanto ele não tinha de ter reagido assim, mas conta-me tudo com todos os pormenores, temos longas horas de voo pela frente.

(Agüero)

Contei-lhe tudo, sem escapar nada, e as expressões na cara dela foram as mesmas que eu fiz quando me contaram. É meu pai? Sim, mas só de sangue porque afetividade e carinho foi coisa que nunca existiu. Ela é a minha namorada, posso confiar-lhe tudo e sem dúvida quando as lágrimas me caiam, era ela que as limpava. Chegámos a Manchester e quando se viam os imensos jornalistas à saída do aeroporto senti que o coração dela tinha parado, não sabia o que fazer, como reagir, era um mundo que eu não queria para ela, mas já tínhamos falado sobre isto, agarrei na mão dela e beijei-a.

- Estamos nisto juntos princesa.
- Sim amor.

Respondemos a várias perguntas e tirámos várias fotos.

- Mais calma princesa?
- Muito mesmo, não sei como aguentas isto à saída de treinos, de jogos, de entrevistas,..meu deus, que canseira. – Não pude deixar de me rir com o comentário dela.
- És tão doida!
- Realmente sou, porque só por ti passo por isto tudo kun. – Deixou-me, sinceramente, com um sorriso babado no rosto, e com os olhos a brilhar.
- O que foi babe?
- És tu que me fazes assim mega feliz guapa.

(Maria)

Beijámo-nos e ele deu-me o abraço mais apertadinho que alguma vez recebera. Abraço esse que foi interrompido. Puxaram-me dele e fizeram-me cair no chão.

- Maria, estás bem? – Apressou-se a ajudar-me a levantar.
- Sim estou, dói-me é a cabeça. – Afirmei passando a mão na parte de trás - ainda gostava de saber quem eram aquelas Kun.
- Nem sequer me faças essa cara, não tenho culpa, achas que as conheço de algum lado princesa?
- Devem ser as fans, aquelas doidas! Já vi que a concorrência é grande.
- Ai tão amuadinha que ela está. – Disse ele enchendo-me de beijos.
- Ciumentazinha sim e muito. – Disse virando as costas para ele.
- Óh anda cá guapa. – Puxou-me para ele.

Entrámos num táxi que nos deixou à porta de casa dele.

- Kun, eu avisei a minha irmã que chegava hoje, não posso ficar muito tempo.
- E eu a pensar que íamos ter uma noite assim,..
- Assim como?! Agüero, é que nem penses!
- És mesmo parva, eu estava a brincar contigo, mas aceitas um chocolate quente e um filme? Prometo que te entrego inteira ainda hoje. – Piscou o olho e sorriu para mim.

(Agüero)

A verdade é que queria passar a noite com ela, não a fazer o que ela pensou, mas sim agarradinhos, sem pensar em mais nada, senti que ela recuou, apesar de eu estar a brincar.

- Hum, está bem eu aceito.
- Princesa, eu ía dizer que queria uma noite assim agarradinho a ti, não quero que te comeces a afastar.
- Não afasto, só que ainda não me sinto preparada para essas coisas, desculpa. – Disse ela baixando a cabeça.
- Nem penses meu amor, estarás preparada quando estiveres assim como eu estarei, acredito que quando tiver de ser será, sem pressas, sem medos.
- És o melhor namorado do mundo sabias?
- Ai tão lamechas que ela está. – Brinquei.
- Ai é lamechas? Não te dou mais beijinhos.
- Não dás?
- Não.
- Tens a certeza?
- Tenho!
- Anda cá. – Pu-la no meu colo e comecei a enchê-la de beijos.


- Isso não vale Kun.
- Vale pois princesa.
- Levas-me a casa amor?
- Claro amor, mas com tudo isto, nem filme nem chocolate quente.
- Filme? Prefiro o que vivemos. E em relação ao chocolate quente, tu substituis bem, docinho e lá quente és tu babe.



Agarrei-a pela cintura e dei-lhe um beijo cheio de intensidade, ela era sem dúvida a mulher da minha vida.


Está pequenino e peço desculpa mas o próximo (como a partir de amanha estou praticamente de férias) será maior com certeza, besos e comentem muito.